sábado, 19 de março de 2011

Profissionais consideram essencial ter uma pós, mas nem sempre ela é vantajosa.

Por Camila F. Mendonça*

Buscar aprimoramento profissional por meio de cursos de especialização é a saída mais comum no mercado de trabalho. Essa é a avaliação dos próprios profissionais. Para 52% deles, a certificação de uma pós-graduação é um dos melhores caminhos para se ter uma carreira bem-sucedida.
O levantamento, feito pela Trabalhando.com com 250 profissionais, também mostra que 29% deles acreditam que ter em seu currículo uma pós é importante, mas não fundamental. Já 12% dizem ser irrelevante essa certificação, ao passo que 8% acreditam que ela ajuda, mas não é determinante para a carreira.

Para o diretor-geral da Trabalhando.com, Renato Grinberg, a percepção dos profissionais de que uma pós-graduação é importante para o desenvolvimento da carreira está alinhada à do mercado de trabalho. “Em meio à tanta competitividade, destaca-se quem tem experiência profissional e qualificação”, afirma. “Para isso, cada vez mais os profissionais buscam especializar-se na área em que atuam, assim suas chances de alcançar o sucesso aumentam”, completa.


pós é sempre vantajosa na carreira?Contudo, Grinberg atenta que os profissionais devem ficar de olho não apenas a essa qualificação, mas no modo como ela é adquirida. Isso porque, embora os profissionais considerem a certificação de extrema importância, nem sempre ela pode agregar valor ao currículo – podendo até depreciá-lo. “É perigoso usá-la apenas como trampolim para a carreira”, ressalta Grinberg.

Sendo realista
Para o especialista, a melhor forma de tornar a pós um meio efetivo para o desenvolvimento da carreira é saber aproveitá-la bem. E em todos os sentidos. “É preciso ver a pós como algo realista”, avalia o especialista. “Será que ela vai lhe abrir portas? Ela é necessária para a sua área? Se as respostas forem negativas, talvez agora não seja o melhor momento para fazer uma pós”, afirma Grinberg.

Por outro lado, se você de fato perceber que agora é o melhor momento para conseguir uma certificação nesse nível, então é preciso encará-la como um meio de aperfeiçoamento e não apenas como mais um título que pode ficar bem no currículo. “Tão importante quanto o curso em si são as possibilidades que ele pode lhe abrir. Elas são tão importantes quanto o conteúdo, porque podem lhe abrir portas”, afirma o especialista.
Ele dá como exemplo a possibilidade de o profissional ampliar sua lista de contatos com cursos desse nível. Para ele, uma pós-graduação só ajudará a alavancar a carreira do profissional quando ele souber aproveitar as oportunidades que ela lhe oferece, como palestras e encontros organizados pelo curso. “Não adianta se trancar na sala e ficar só estudando”, recomenda.
Outro ponto a ser bem pensando por quem quer fazer uma pós pensando no futuro é considerar a área na qual atua. Em muitas, talvez, uma especialização desse nível pode não fazer tanta diferença. “Pós mais técnicas têm menos peso no mercado. As mais generalistas, ao contrário, têm maior peso”, afirma Grinberg. “Em áreas ligadas à administração, por exemplo, uma pós faz muita diferença”, completa.

Para escolher uma boa pós
No mercado de trabalho, muitas vezes, não adianta apenas o aproveitamento dos profissionais em cursos. Se a escola na qual ele fez uma pós não for considerada de primeira linha, talvez todo o esforço pode ter sido em vão. “Nem todos os cursos são iguais”, ressalta Grinberg.

Por isso, ele recomenda aos profissionais que querem fazer uma pós que, primeiro, avaliem os cursos que pretendem fazer. “Pesquise muito os cursos disponíveis para sua área de atuação e se eles realmente se encaixam às suas necessidades profissionais”, recomenda o especialista.
Atentar à qualidade de ensino que a instituição oferece também deve entrar na lista dos cuidados que os profissionais devem ter ao escolher o curso. “Em meio à intensa propagação de programas de pós-graduação e MBAs [Master Business Administration], verifique a idoneidade e se o mercado reconhece o valor dessa instituição”, ressalta.

Para Grinberg, também é importante escolher um curso em que os professores transmitam conceitos práticos, focados no que está acontecendo de fato no mercado, nas empresas e na economia. “É importante procurar opções que expandam a rede de relacionamento e contatos, tanto com colegas quanto com professores”, completa.

O que você acha?

* Por Camila F. Mendonça, INFOMONEY

Conferência de Transportes Nacional & Internacional

sexta-feira, 18 de março de 2011

Artigo: Os Melhores Indicadores para a Gestão de Centros de Distribuição

Os Melhores Indicadores para a Gestão de Centros de Distribuição
Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda

 
Como qualquer profissional de Logística, você precisa contar com alguns indicadores de desempenho para o monitoramento da operação.
 
É muito comum surgirem dúvidas básicas nessa fase inicial de modelagem de uma nova sistemática de acompanhamento dos resultados.
 
Quantos indicadores medir? Tenha 4 a 6 indicadores apenas; além disso se tornará muito difícil a medição e a eficaz tomada de decisão preventiva ou corretiva.
 
Com que frequência medir? Alguns indicadores serão apurados diariamente, outros ocasionalmente a cada evento e outros mensalmente. Defina a frequência de tal forma que você disponha de tempo adequado para a tomada de decisão diante de um desvio em relação à meta.
 
Que metas adotar? Normalmente muitos profissionais buscam as melhores práticas de mercado para servir como parâmetro inicial. Proponha um aumento progressivo dos resultados, de forma a atingir as referências de mercado em até 2 a 4 anos. Por exemplo, se a acuracidade de seu inventário é de 91%, de nada adiantará você fixar uma meta de 99% até o final de ano. Proponha, por exemplo, 94% no primeiro ano, 96% no segundo, 98% no terceiro e 99% no quarto. Parece distante, não é, mas é factível e servirá como estimulante para a equipe.
 
Que indicadores medir? Abaixo relaciono alguns indicadores que considero muito importantes para a gestão de um Centro de Distribuição.
 
#1 – Turn-Over da Mão-de-Obra
 
O termo “turn-over” também é conhecido como “rotatividade” e significa, na prática, o percentual de substituição de mão-de-obra que uma empresa possui e serve como indicador de saúde organizacional, ou seja, o giro entre entradas e saídas de funcionários de uma empresa. Em Centros de Distribuição é comum registrarmos indicadores ao redor de 5%, porém em alguns casos, em função da localização do armazém e da concorrência pela mão-de-obra, esse indicador chega a ter dois dígitos.
 
O turn-over é um importante indicador do clima organizacional da empresa, levando em consideração questões relativas a comunicação, transparência, liderança, acesso à chefia, existência ou não de “panelinhas”, etc. Em Centros de Distribuição a demissão ocorre com mais frequência por motivos relacionados a más chefias do que por fatores ligados a más empresas.
 
Fórmula clássica: [(Número de Demissões + Número de Admissões) / 2] / Número de Funcionários Ativos (no último dia do mês anterior)
 
#2 – Devoluções por Motivos Operacionais
 
Se você não mensurar o % de devoluções processadas por falhas operacionais, não terá como identificar oportunidades de melhorias em seus processos de separação de pedidos, unitização de cargas, expedição, conferência de saída e carregamento.
 
Fórmula: Total de Caixas ou Toneladas ou R$ Processados na Devolução / Total de Caixas ou Toneladas ou R$ Expedidos
 
#3 – Acuracidade do Inventário
 
Existem pelo menos cinco diferentes formas de monitorar o desempenho na administração do inventário.
 
Uma das mais utilizadas e mais facilmente assimiladas pela área operacional refere-se ao % de Boas Contagens, calculado da seguinte forma: Total de Boas Contagens (aquelas na qual a informação física confere com o sistema) / Total de Contagens Realizadas
 
Outra forma bastante utilizada pelos analistas responsáveis pelos inventários é conhecida por Acuracidade Absoluta dos Estoques em Quantidades, obtida da seguinte forma: 100% - (Somatória das Discrepâncias em Quantidades Absolutas / Somatória da Quantidade Total no Sistema). Nesse caso é levado em conta as diferenças para mais ou para menos.
 
#4 – Order Fill Rate
 
Também conhecido como % de Atendimento dos Pedidos, mede o % de atendimento dos pedidos em sua totalidade, na quantidade e na variedade de itens, no PRIMEIRO ENVIO AO CLIENTE.
 
A fórmula simples: Total de Pedidos Atendidos em sua Totalidade / Total de Pedidos Expedidos.
 
Algumas empresas insistem em apurar esse indicador por linha do pedido ou da nota fiscal, enquanto que na prática, uma linha não atendida significará um Order Fill Rate de zero!
 
Imagine que para fazer um bolo você necessite de 500 g de farinha, 100 g de manteiga, 5 ovos inteiros, 10 g de fermento biológico e 250 ml de leite, e que você, como fornecedor, enviou todos os itens, com exceção dos ovos. Podemos dizer que o cliente ficará 80% satisfeito por ter sido atendido em quatro dos cinco itens? Não, claro que não! Ele estará 100% insatisfeito!
 
#5 – Custo de Movimentação e Armazenagem de Materiais (MAM)
 
Custos em Centros de Distribuição envolvem a mão-de-obra operacional, mão-de-obra administrativa, espaço físico, equipamentos de movimentação e armazenagem, utilidades (principalmente energia elétrica) e despesas diversas (segurança patrimonial, saúde do trabalhador, materiais de escritório, comunicação, etc.).
 
Uma das formas de você monitorar a evolução dos custos envolve expressá-lo como um % da ROL – Receita Operacional Líquida da empresa: Custos de MAM / ROL da Empresa.
 
Outra forma é dividi-lo pela tonelagem expedida, obtendo um custo R$/tonelada. Outros optam por dividir os custos pelo número de pedidos ou notas fiscais.
 
Nos Estados Unidos é muito comum o cálculo do Fator K, obtido da seguinte forma: Custo Total de MAM / Estoque Médio. Se você obtiver, por exemplo, 12%, isso significa que para cada R$ 1,00 em estoque você gasta R$ 0,12 com a movimentação e armazenagem de materiais.
 
#6 – Produtividade da Mão-de-Obra
 
Por fim, monitore a produtividade da mão-de-obra no recebimento, na estocagem, na separação de pedidos, na expedição e no carregamento.
 
Na atividade de picking, por exemplo, no caso de pedidos uniformes, calcule a produtividade da mão-de-obra da seguinte forma: Total de Pedidos Separados / Total de Horas Trabalhadas.

Se os pedidos não forem uniformes, utilize como parâmetro de avaliação o número de linhas separadas: Total de Linhas Separadas / Total de Horas Trabalhadas.

 
Meça também o seu desempenho no recebimento e conferência dos materiais, bem como na expedição e carregamento dos veículos.
 
 
Lembre-se, sem indicadores você caminhará na escuridão. A busca pelas melhores práticas passa necessariamente pela apuração de indicadores de desempenho, pela definição de metas e pela implantação de uma metodologia de gestão para a prevenção e correção de desvios em relação às metas estabelecidas.
 
Marco Antonio Oliveira Neves, graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP e pós-graduado em Administração da Produção e Finanças no CEAG da FGV-SP. Diversos cursos de extensão em Logística no Brasil e no Exterior. Atuação em empresas como Goodyear, Cia Cervejaria Brahma (atual Ambev), Cervecera Nacional, Ryder Logística e Deloitte Consulting. Atualmente é Diretor Presidente da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda, da NETLOG (voltada ao hunting e outplacement), da Resolve! e da Guepardo Serviços Técnicos. Palestrante em diversos eventos no Brasil e no Exterior (em mais de 10 países). Atua como consultor em logística (mais de 150 projetos realizados) e como palestrante. Nos últimos seis anos treinou mais de 10.500 profissionais de 3.500 diferentes empresas em diversos cursos abertos e in-company. É colunista da Revista Mundo Logística e da Revista Quatro Rodas, além de autor de mais de 350 artigos na área divulgados em websites, revistas e jornais.

Fonte: Blog Logísticamente Falando

Proximos Cursos da Área ! Aperfeiçoamento é fundamental meus amigos.

Aplicações Financeiras para Exportadores e Importadores - 9 a 11/05 - 18h às 22h
Até 09/04: R$180,00 para estudantes e R$250,00 para profissionais. Após 09/04: R$230,00 para estudantes e R$300,00 para profissionais

- Processo Administrativo e Aduaneiro na Importação - 13 e 14/06 - 18h às 22h

Até 11/05: R$180,00 para estudantes e R$250,00 para profissionais. Após 11/05: R$230,00 para estudantes e R$300,00 para profissionais.


As inscrições encontram-se abertas no site do CIN/CE (
www.fiec.org.br/cin).

*Programação sujeita a alteração.

 
Maiores informações: (85) 3421.5420 (Marlene) / 3421.5419 (Filipe).

Almoço de Negócios discute Logística.

Na próxima segunda-feira (21), a Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBP-CE) discute em seu próximo Almoço de Negócios o tema "Logística Integrada: os principais desafios do crescimento no Brasil", no Hotel Gran Marquise.

O evento contará com a palestra do ex-ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito, que discorrerá sobre a atual situação do Brasil em relação ao comércio interno e externo e à infraestrutura logística.

Além da palestra, o Almoço de Negócios terá a apresentação do "Estudo de Logística entre o Nordeste do Brasil e a África", realizado pela Ceará Trade Brasil de Roberto Marinho, presidente da Câmara Brasil Angola e vice-presidente da Câmara Brasil Portugal no Ceará. Na ocasião, o presidente da CBP-CE, Jorge Chaskelmann, apresentará  o diretor de Logística da entidade.

O investimento antecipado é de R$ 55,00 para sócios e de R$ 60,00 para não sócios. No local, ambos pagam R$ 65,00. Mais informações: (85) 3261.7423.

Serviço:

Almoço de Negócios CBP-CE, com palestra do ex-ministro da Secretaria Especial dos Portos, Pedro Brito
Data: 21/03, às 10:00 horas.
Local: Hotel Gran Marquise (Av. Beira Mar, 3980, Mucuripe).

*Investimento: R$ 55,00 sócios, R$ 60,00 não sócios (no local, R$ 65,00 para ambos).
Depósito/transferência para Banco do Brasil, Agência 1369-2, Conta Corrente 70077-0.

Fonte: CBP-CE
blog: logisticamente antenado

Projeto Integrado I - Muito trabalho!

Os alunos da 1ª turma de logística se reuniram na última quinta-feira (17/03/2011), para as últimas leituras, discussão e finalização do Projeto Integrado I na Biblioteca da Faculdade CDL, espaço onde podem contar com uma ampla estrutura além do apoio incondicional da Sra. Ana Luiza e toda sua equipe maravilhosa que nos auxiliam nesta etapa importante de nossas vidas. nosso sincero agradecimento a toda equipe da Biblioteca da Faculdade CDL.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Confraternização 2010


A confraternização da nossa turma foi show...

Aconteceu nessa sexta-feira, dia 03/12/2010 na Amércia Beer Sul, situada na Av. Oliveira Paiva, 2061 - Cidade dos Funcionários.

A galera estava super animada e foi um momento de podermos nos conhecer melhor e compartilharmos dos nossos aprendizados e da experiência que adquirimos nesse primeiro semestre.

A tristeza só fica por saber que parte dessa turma irá se separar de nós. (Gestão Comercial), mas com certeza, isso não será motivo para não mantermos essa amizade e o entrosamento que essa turma adquiriu.

Me sinto privilegiado de ter conhecido vocês, pois nos dias de hoje, em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, é difícil de encontrar esse sentimento tão bacana que ficou tão presente no nosso meio.

Muito obrigado por esse primeiro semestre maravilhoso, que apesar da correria e dificuldades de ter que conciliarmos os estudos com o trabalho, passou de forma agradável e leve e já está deixando saudades.

Valnilo, Jaqueline, Samantha, Jorge Alberto, Thiago, Wandemberg, Tarcisio e Robson Oliveira
Amanda, Tibério, James, Carlos Melo, Silvia, Emerson, Ciro e Valnilo
Jaqueline e Samantha
  
Jorge Alberto, Thiago e Wandemberg (Berguim)
Emerson e Esposa (tem bebezinha chegando em janeiro...)
Carlos Melo e Silvia (casal nota 10) e em pé, Barbosa.
Overlandio e Lucivania (ano que vem eu quero comer o bolo desse casamento)

Amanda, Robson e James.
Família Tainá moda íntima
Ana, Robson e Samantha
Rafael e esposa

Aproveito para deixar os meus votos de um Feliz Natal e um Novo ano de muito sucesso e alegrias !!!


Tibério Cavalcante (Aprendiz de Dabbawalla).